terça-feira, 24 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
ex-infâncias
tenho pensado muito no passado.
coisas mais recentes e de quando eu era pequena mesmo.
lembrei de como eu gostava de comer a pele do frango. e se eu pudesse comia ela inteira, aquela coisa gordurosa... lembrei que o meu pai comprava pão na quadra em cima da nossa, e comprava pão de menino pra bell. quando eu era criança ele matava os mosquitos pra eu poder dormir (e era o meu herói por isso). hoje em dia, quando eu vou pro rio, o gabriel faz isso também.
a minha mãe fazia bolo leonidas e pavê dos padres(?). ela faz um monte de coisa, mas nunca mais fez esses que são o top da infância. mas acho que, mesmo se ela fizesse, provavelmente eu acharia enjoado com esse paladar de gente velha que eu acabei ficando com. ela também me contava um tanto de historinhas inventadas de passarinhos e gatos-gente e lia o cachorrinho samba pra mim.
outro dia eu tava lembrando com o leandro de quando a gente era calouro e de como a gente convivia tão de perto com os nossos colegas. e o nosso mundinho era aquilo. e eu acho que era tão bom. não que hoje seja ruim, mas nossas vidas eram um tanto mais indistintas. era meio como viver numa comunidade pequena, cidadezinha do interior... mas eu acho que tinha muito amor naquela época, então não era sufocante nem nada. era bem lindo, na verdade, a nossa pós-adolescência. e a gente não deixava de ser criança.
também teve um tempo que parecia que nunca ia chegar o dia deu reencontrar com gabriel. isso porque eu não tinha coragem de ir atrás duma pessoa tão longe de mim, por mais que fosse uma pessoa bem (mais) querida (que tudo). e que foi tanta sorte encontrar nesse mundo. esse é um passado pouco distante, tem dois anos e tanto que a gente se conhece. e muita coisa aconteceu nesse tempo. deve ser por isso que parece que tem muitos tempo, olhando daqui. dá até uma esperança no futuro porque agora o que parece impossível é o dia da gente ficar junto fisicamente por um período direito. e as vezes é tão angustiante ficar longe que parece que eu vou vomitar o coração (eew!).
acho que eu tou cansada.
coisas mais recentes e de quando eu era pequena mesmo.
lembrei de como eu gostava de comer a pele do frango. e se eu pudesse comia ela inteira, aquela coisa gordurosa... lembrei que o meu pai comprava pão na quadra em cima da nossa, e comprava pão de menino pra bell. quando eu era criança ele matava os mosquitos pra eu poder dormir (e era o meu herói por isso). hoje em dia, quando eu vou pro rio, o gabriel faz isso também.
a minha mãe fazia bolo leonidas e pavê dos padres(?). ela faz um monte de coisa, mas nunca mais fez esses que são o top da infância. mas acho que, mesmo se ela fizesse, provavelmente eu acharia enjoado com esse paladar de gente velha que eu acabei ficando com. ela também me contava um tanto de historinhas inventadas de passarinhos e gatos-gente e lia o cachorrinho samba pra mim.
outro dia eu tava lembrando com o leandro de quando a gente era calouro e de como a gente convivia tão de perto com os nossos colegas. e o nosso mundinho era aquilo. e eu acho que era tão bom. não que hoje seja ruim, mas nossas vidas eram um tanto mais indistintas. era meio como viver numa comunidade pequena, cidadezinha do interior... mas eu acho que tinha muito amor naquela época, então não era sufocante nem nada. era bem lindo, na verdade, a nossa pós-adolescência. e a gente não deixava de ser criança.
também teve um tempo que parecia que nunca ia chegar o dia deu reencontrar com gabriel. isso porque eu não tinha coragem de ir atrás duma pessoa tão longe de mim, por mais que fosse uma pessoa bem (mais) querida (que tudo). e que foi tanta sorte encontrar nesse mundo. esse é um passado pouco distante, tem dois anos e tanto que a gente se conhece. e muita coisa aconteceu nesse tempo. deve ser por isso que parece que tem muitos tempo, olhando daqui. dá até uma esperança no futuro porque agora o que parece impossível é o dia da gente ficar junto fisicamente por um período direito. e as vezes é tão angustiante ficar longe que parece que eu vou vomitar o coração (eew!).
acho que eu tou cansada.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
novembro: o pior mês do meu ano
agosto: mês do desgosto nada.
e em dezembro tem as férias e as festas pra consolar.
como disse a drix: 'vivendo o inferno astral de outra pessoa...'
ou talvez seja o meu que chega cedo.
e em dezembro tem as férias e as festas pra consolar.
como disse a drix: 'vivendo o inferno astral de outra pessoa...'
ou talvez seja o meu que chega cedo.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
babe
nada é constante
e nada é certo
amanhã ou depois
precisamos de sorte pra (permanec)(s)er
mas tudo bem porque você
enche o meu coração
e o meu sorriso
de alegria genuína
hoje.
e nada é certo
amanhã ou depois
precisamos de sorte pra (permanec)(s)er
mas tudo bem porque você
enche o meu coração
e o meu sorriso
de alegria genuína
hoje.
muito pior que a gripe suína
é a depressão em novembro.
a única coisa boa é se sentir menos só nesse (mal) estado de espírito.
a única coisa boa é se sentir menos só nesse (mal) estado de espírito.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
se fico gritando muito tempo dentro de mim
conto a mesma história (revoltante)
(com voz de cláudia estrela)
pra qualquer amigo que passar
pro meu pai
gabriel me dá uns conselhos bem sensatos
diz preu me acalmar
isabella acorda brava e diz que eu falei isso
(que ia ter um treco)
10 vezes nos últimos minutos.
as vezes eu fico histérica e isso me deixa bem cansada.
.
eu tenho muita vontade de escrever (especialmente no carro) mas quando paro e vou escrever de fato só penso coisas chatas.
(com voz de cláudia estrela)
pra qualquer amigo que passar
pro meu pai
gabriel me dá uns conselhos bem sensatos
diz preu me acalmar
isabella acorda brava e diz que eu falei isso
(que ia ter um treco)
10 vezes nos últimos minutos.
as vezes eu fico histérica e isso me deixa bem cansada.
.
eu tenho muita vontade de escrever (especialmente no carro) mas quando paro e vou escrever de fato só penso coisas chatas.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
o dia em que cheguei cedo pro check in
babe,
(tenho certeza)
foi milagre eu errar o dia da minha volta
o dia a mais contigo foi tão bom.
(tenho certeza)
foi milagre eu errar o dia da minha volta
o dia a mais contigo foi tão bom.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
incostante e energeticamente
dormindo bem
minha pele acorda ótima
dormindo mal
acorda fodida
se eu não trabalho direito fico com gastrite
eu tenho um problema com trabalho
pra começar demora um horror
mas quando começo
não consigo prar
minha pele acorda ótima
dormindo mal
acorda fodida
se eu não trabalho direito fico com gastrite
eu tenho um problema com trabalho
pra começar demora um horror
mas quando começo
não consigo prar
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quem não tem aniversário
É assim. Eu nasci no dia 25 de Dezembro. Dae eu não tenho aniversário. Tem peru e presente e bolo. Peru acho que quem nasce no reveillon tem. Mas dae essa coisa de não ter aniversário acho que só quem nasce no natal. Além de ser férias, todo mundo passa com a família. O ano novo dá pra passar com outras pessoas e tudo. Mas acho que no natal, mesmo que você seja um ateu e viva só, você não vai sair de casa pra beber ou algo que o valha. Pelo menos no mundo ocidental. Porque, mesmo que você quisesse, não teria onde. Não que eu não acredite em deus ou esteja reclamando, mas estava pensando como a minha impaciência com festas pode estar relacionada ao meu aniversário. Nada contra festas. Nem sei se é impaciência a palavra certa... Mas eu tenho uma tendência a menosprezar os eventos alheios. Que nem quando Pedro foi pra Argentina. Ele foi passar um ano e tudo e ele é meu amigo assim... Tão amigo quanto um amigo pode ser. Mas eu simplesmente não fui na festa de despedida dele. Não fui. Eu tive motivos pra não ir, mas claro, poderia ter feito uma força e ido. Mais cedo, mais tarde, pra ficar pouco ou qualquer coisa nesse estilo. Quase me arrependo, mas a verdade é que eu raramente me arrependo de não ir em eventos. Muito mais fácil me arrepender de ir forçada.
Dae hoje é a despedida dos meninos e tudo, num bar bacana e tudo. E eles vão pra Itália passar um ano quase também. E eu acho que não vou. Eu tenho uma penca de coisa pra fazer. Mas se eu tivesse um pouco mais de consideração por eventos eu iria, claro. Chegando cedo, tarde ou pra ficar pouco, eu iria. Mas eu não tenho consideração por eventos, então acho que não vou.
Não é só com as despedidas o meu problema. Mas as despedidas são eventos pelos quais se deveria ter consideração... Tipo casamentos e outros eventos de dose única. (Aniversários são anuais... então são quase que dose única-Mas todo mundo faz aniversário algum dia, e isso é um bocado complicado de levar a sério quando todo dia tem alguém fazendo aniversário. Todo mundo menos eu.)
Isso tudo é pra dizer que eu sinto uma pontinha de culpa, mas não muita. Mas nada que vá me fazer mudar. É pra dizer também que a minha falta de consideração é pelos eventos e não pelas pessoas.
Dae hoje é a despedida dos meninos e tudo, num bar bacana e tudo. E eles vão pra Itália passar um ano quase também. E eu acho que não vou. Eu tenho uma penca de coisa pra fazer. Mas se eu tivesse um pouco mais de consideração por eventos eu iria, claro. Chegando cedo, tarde ou pra ficar pouco, eu iria. Mas eu não tenho consideração por eventos, então acho que não vou.
Não é só com as despedidas o meu problema. Mas as despedidas são eventos pelos quais se deveria ter consideração... Tipo casamentos e outros eventos de dose única. (Aniversários são anuais... então são quase que dose única-Mas todo mundo faz aniversário algum dia, e isso é um bocado complicado de levar a sério quando todo dia tem alguém fazendo aniversário. Todo mundo menos eu.)
Isso tudo é pra dizer que eu sinto uma pontinha de culpa, mas não muita. Mas nada que vá me fazer mudar. É pra dizer também que a minha falta de consideração é pelos eventos e não pelas pessoas.
Assinar:
Postagens (Atom)