domingo, 22 de junho de 2008

rolam as pedras-kico zambianchi

(porque as pedras que rolam não criam limo)

vejo sonhos livres/pais, irmãos e filhos/corpos tão estranhos aos meus/acho que eu existo/dentro da cidade/quase que me sinto Deus...tudo está tão certo/que parece errado/é onde não consigo me achar/luzes da verdade, na realidade/sempre estão mudando de lugar...vejo em branco e preto/coisas coloridas/na vida que tentaram me dar/de frases escritas/frases esquecidas/que nem posso mais me lembrar...tudo tão errado/que parece certo/foi difícil me nivelar/depois na infância/e da liberdade/que nem sempre/quer me acompanhar...oooh! oooh! oooh!/rolam as pedras/devem rolar/sou como as pedras/prá te encontrar/rolam as pedras/devem rolar/sou como as pedras/prá te encontrar...

sexta-feira, 20 de junho de 2008

despedida

chimarrão e doce pra despedir da silvana. as despedidas sempre no clima de não é mais. ela, a última remanescente, deve ir embora. e bem embora. bem pro frio também. despedidas sempre um pouco tristes. um pouco incríveis também, com cara de mundo mudando.

sempre hão.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

sexta,13 de julho

amor transcende
um dia chego aos nossos pés filosóficos
em toda atitude também

sábado, 7 de junho de 2008

doenta

'sabe esses dias em que horas dizem nada
que você nem troca o pijama
preferia estar na cama'

tosse, tosse, tosse
e hoje festa
omg

sexta-feira, 23 de maio de 2008

sola

a luz da janela é tão linda
e acaba tão rápido

quinta-feira, 22 de maio de 2008

perca-se (uma poesia de gabriel 'chambers')

Nunca ouça a tua razão,menino,se for a cerca que não te deixa sair.
diz que é pra te proteger dos lobos,
mas o unico lobo aqui é você.
nunca se canse de perseguir o horizonte
nem de acordar em uma nova cama
a cada noite
perca-se pelo mundo,mas não se perde de ti mesmo
e você será o maior espetáculo da terra.
e nunca esqueça de que,se um dia tudo acabar...
sempre vai restar a canção.

amém!

domingo, 18 de maio de 2008

boemia

aqui me tens de recesso

sexta-feira, 16 de maio de 2008

ar(te)

ninguém entende nada

terça-feira, 13 de maio de 2008

eu moro numa casa de campo

ninguém entende o que é isso
ser quase uma 'da mansarda'
pois todo dia eu vou pra cidade
e vivo um tanto lá

(CONVERSA AÉREA-YOKO ONO
É triste que o ar seja a única
coisa que partilhemos
Não importa o quanto estejamos próximos uns dos outros,
Há sempre ar entre nós.

É bom também que nós partilhemos o ar,
Não importa o quanto estejamos distantes
o ar nos une)

(CONVERSA AQUÁTICA-YOKO ONO
Você é água
Eu sou água
Nós somos todos água em diferentes contêiners
Épor isso que é tão fácil encontrar
Um dia nós vamos evaporar juntos

Mas mesmo depois que a água tiver ido embora
Nós provavelmente apontaremos para os contêiners
E diremos, 'sou eu ali,aquele'
Nós somos guardadores de contêinrers)

domingo, 11 de maio de 2008

então nada

vamos, não vamos... tudo bem
mas eu canso de verdade
desse constante 'que faremos agora?'