terça-feira, 22 de abril de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Uma coisa que não tem nome
Comecei o ano com uma frase na cabeça que eu não lembrava onde tinha visto, nem exatamente como era.
Fui buscar agora no google. Ela é assim:
'Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos'
É do Ensaio sobre a cegueira, um livro bem bom de José Saramago que eu li tem uns anos.
Quero encontrar essa coisa sem nome.
Fui buscar agora no google. Ela é assim:
'Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos'
É do Ensaio sobre a cegueira, um livro bem bom de José Saramago que eu li tem uns anos.
Quero encontrar essa coisa sem nome.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Quem está na vida é pra se molhar?
Estou feliz de estar aqui e ter um tempo para mim.
Nesse momento, teoricamente, posso escolher fazer o que eu quiser. Mesmo que seja simplesmente descansar.
Mas se começo a pensar mais, acabo me sentindo perdida.
Nesse momento, teoricamente, posso escolher fazer o que eu quiser. Mesmo que seja simplesmente descansar.
Mas se começo a pensar mais, acabo me sentindo perdida.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Existe poesia na Zona Oeste?
Esse ano muitas coisas aconteceram. Mudanças foram grandes. Minha vida de antes, de menos de um ano atrás, as vezes parece tão distante. (Parece que praticamente tudo aquilo que era a minha vida foi arrancado de mim, mesmo tendo sido minha decisão vir pra cá.)
Acho que é por isso que eu não tenho consiguido mais escrever. Em compensação tenho lido bastante, se comparar com os meu anos na faculdade de arquitetura.
Muitas vezes sinto falta do meu blog, meu confessionário há tantos anos.
Mas parece tão rídiculo escrever poesia aqui no Rio. O meu Rio de Janeiro é real demais para eu poder perder tempo escrevendo poesia. Aposto que todos os poetas eram da Zona Sul ou no Centro ou em algum desses subúrbios com cara de novela.
Acho que é por isso que eu não tenho consiguido mais escrever. Em compensação tenho lido bastante, se comparar com os meu anos na faculdade de arquitetura.
Muitas vezes sinto falta do meu blog, meu confessionário há tantos anos.
Mas parece tão rídiculo escrever poesia aqui no Rio. O meu Rio de Janeiro é real demais para eu poder perder tempo escrevendo poesia. Aposto que todos os poetas eram da Zona Sul ou no Centro ou em algum desses subúrbios com cara de novela.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
'iluminar a vida já que a morte cai do azul'
descansa em paz, tia. obrigada por fazer parte da minha vida.
domingo, 1 de julho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
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